Primeiro dedique-se à meditação, atinja a bem-aventurança, e então muito amor se manifestará de maneira espontânea.Nessa condição, é belo estar com os outros e belo também é estar sozinho. É simples também. Você não depende dos outros e também não torna os outros dependentes de você. O que existe é sempre amizade, amistosidade.
A coisa nunca se transforma numa relação; continua sendo uma afinidade. Você convive, mas não cria um casamento. O casamento nasce do medo, a afinidade nasce do amor.
Você estabelece um relacionamento; enquanto as coisas andarem bem, você compartilha. Se você percebe que é chegado o momento de partir porque os caminhos se separam numa encruzilhada, você diz adeus com uma enorme gratidão por tudo que o outro foi para você, por todas as alegrias, todos os prazeres, e por todos os belos momentos compartilhados juntos.
Sem nenhum sofrimento, sem nenhuma dor, você simplesmente se afasta.
Osho, em "The White Lotus" e em "O Tarô Zen de Osho - O Jogo Transcendental do Zen"
Imagem por Niffty..
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6 comentários:
Bem vindo em meu blog e em meu coração!
Pelo que vi e li....vai ser difícil não me demorar por aqui!
Gostei demais,por isso que já estou te seguindo!
Perspectiva muito interessante.
É aquela lição: de tudo guardar o ensinamento. E ser feliz. Sem ressentimentos.
Olá, minha nossa, estou com este mesmo dilema. dai entro aqui e leio isso, parece coisa do destino. Ou simplesmente li o que estava querendo ler. Talvez meu caminho tenha chego em uma encruzilhada e chegou a hora de ficar comigo mesma.
Obrigada pelas palavras.
Estou a viver uma situação semelhante em que sinto que chegou a hora do adeus, mas um adeus pacífico, com muita calma, paz e gratidão.
Adorei!
Encontro de Feiticeiros, de ontem para hoje. Mensagem apropriada e no momento certo.
Osho sempre diz as palavras certas! Sem moralismos, sem dogmatismos. O Óbvio inconcebível!
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