A mente não tem nada a ver com o amor

A mente é um mecanismo de cálculos, de negócio; ela não tem nada a ver com o amor. O amor será um caos, perturbará tudo nela.

O coração não tem nada a ver com negócio - está sempre de férias. Ele pode amar e pode amar sem nunca transformar seu amor em ódio.

O coração não possui nenhum dos venenos do ódio.

Osho, em "The Path of The Mystic"
Imagem por Stephen Poff

20 comentários

  1. Porque razão pensamos que a mente é necessariamente apenas cálculo e negócio e que o amor é apenas e só caos? Não poderá a mente ser usada em prol do amor. Será a mente que nos torna menos puros ou com menos capacidade de amar?

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    Cumprimentos.

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  2. Ola meu caro Murilo,

    penso as vezes que há que haver um equilíbrio entre razão e emoção...como dois êmbolos propulsores das nossas vontades, quando a emoção, assim como quando a razão nos domina a emoção diminue...é preciso harmonizar essas forças dentro de nós.
    Creio que o amor seja maior e mais amplo por existir em varias formas, mas a maioria de nós chamamos de amor o que nem sempre o é...e cabe ao nosso cérebro evoluir para nos dar essa compreensão mais ampla.

    Um abraço para você

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  3. Cada dia tanto o amor quanto a mente estão em descompasso!
    Não sei pra onde vai...
    Beijos Tempestuosos!

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  4. Concordo completamente. Beijo,amigo!

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  5. O amor é alma!
    A mente é a razão!

    Por alguma razão se diz que o coração tem razões que a razão desconhece!...

    Beijo Murillo!

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  6. Dizem alguns místicos que existe um átomo no coração de seu nome Nous, e é esse átomo que envolve o coração e os seres de amor.
    Namasté

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  7. O amor é puro e incansável e inesgotável. O amor verdadeiro (não essas coisas a que dão nome de amor). Se pudermos portanto amar a mente, olhá-la com doçura, com leveza, e envolvê-la com amor, talvez ela se cure e passe a andar mais em compasso com o coração, não é?

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  8. Se vida é coração e mente
    Se amor é igual a vida que é igual a amor
    A mente também é amor.

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  9. Marta, Cris, Dani e Evelize: o que Osho chama de mente (e, em geral, o que todos os divulgadores do Tao, do Zen e de outros caminhos semelhantes dizem) é o conjunto de todas as idéias pré-concebidas que temos. É nosso passado ou nossa expectativa de futuro. É tudo aquilo que nos afasta do aqui-e-agora.
    Para Osho, para o Zen, mente não é o equivalente a consciência. É o contrário dela. É o conjunto de nossos condicionamentos, de tudo o que nos automatiza, nos leva a agir sem estarmos conscientes do que estamos fazendo.
    Assim, a não-mente é o estado de alerta, o estado de atenção, de percepção, de meditação.
    O fato de o amor ser um caos, nesse contexto, quer dizer que o amor real vem para inovar, derruba todas nossas tentativas de controlar a realidade, em resumo: desfaz nosso ego.
    Não é uma questão de razão versus emoção. É uma questão de passado ou futuro versus o agora.

    Mais sobre isso nesse texto aqui.

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  10. Decore sua alma ,
    da forma mais linda que souber,
    com uma poesia que lhe toque o coração,
    para que na sua mudez, seja feliz,
    pois alma que é, será sempre sua,
    sem que ninguém no mundo a tire de você.
    (Eda Carneiro da Rocha)

    Desejo a você um maravilhoso final de semana,
    Com muita paz e carinho.

    Sônia

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  12. Pelo que está escrito no texto e pelo esclarecimento que faz, veio-me à ideia que, desse ponto de vista, também a mãe do bambi ama o bambi. E a mãe crocodila também ama os seus filhos. E quando observo na tvcabo os tigres a namorar também vejo ali amor. O mesmo quando vejo a beleza das cobras se enrolando. Ou quando os elefantes ficam numa espécie de velório perante um amigo morto e que já não faza parte da manada, como se estivesse a dar um ultimo adeus. Sendo assim concordo que não tem a ver com a mente. Mas quando alguém me diz que o amor tem a ver com o coração, aí já fico nada de acordo. Então, quando o polícia me manda parar, o coração acelera, pois posso me ter esquecido de pagar o seguro, Então a aflição também está no coração (!?). Quando uma pessoa se borra de medo, então direi que o medo está no intestino grosso(!?), Quando uma pessoa se ri tanto que urina as calças, então direi que a alegria está na válvula da bexiga(!?).
    Está bem, podem me dizer que estou errado e a confundir as coisas, pois o que tem a ver é com a consciência. Então também os animais irracionais têm consciência, e as plantas também (o que eu defendo muito). Ou será que estamos a colocar-nos à parte de toda a natureza e a reclamar para nós próprios uma consciência, mente, amor, etc. únicos, como se fôssemos, do ponto de vista evolutivo, alguma coisa demais?

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  13. E porque razão as ideias pré-concebidas que temos nos afastam do aqui e agora pergunto-me. E também porque razão é que o ego e o amor não podem coexistir e até que ponto poderemos considerar o ego como algo mau.

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  14. você conseguiu descrever tudo que eu sentia ontem, mas não consegui...

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  15. Palavras de Osho disse...
    Rogério: Segundo Osho, os seres humanos são os únicos animais aos quais a consciência está disponível. São os únicos seres capazes de atingir a chamada "iluminação", a consciência plena e infinita.
    Em relação ao amor, para Osho, amor = vida, amor = não-dualidade, amor = gratidão.

    Marta: segundo Osho, nossas idéias pré-concebidas = preconceitos. Nos afastam do presente na medida em que nos direcionam a uma re-ação diante do aqui-e-agora, e não a uma ação. Essa diferença é importante: a falta de consciência nos leva a reagir, a agir de acordo com o que nossos preconceitos dizem. A consciência não: é a ação sem a interferência dos preconceitos.
    Para Osho, para o Zen, o Tao, o Sufi, ego é sim algo mau justamente por isso: é uma "armadura", é um escudo que nos separa do aqui-e-agora e, portanto, um escudo que nos separa de nós mesmos.

    Rogério, Marta e todos: essas questões só ficarão mais claras na medida em que vocês começarem a meditar. A abordagem de Osho em relação a tudo isso é sobretudo meditativa: ele nos ensinou uma série de técnicas de meditações. Por meio da prática dessas técnicas é que conseguimos compreender melhor tudo isso. Sem as meditações todas essas questões continuarão sendo apenas filosofia. É preciso meditar para que tudo isso penetre nosso dia-a-dia.

    Abraços.

    Murilo - editor do blog.

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  16. O amor é o laço que me une às pessoas maravilhosas da minha vida.
    O amor é a estrada que suaviza o meu caminhar rumo aos meus objetivos mais profundos.
    O amor me traz abundância e entendimento.
    O amor me proporciona alegria, intuição e paz.
    O amor é inspiração.
    O amor é a expressão dos meus olhos, a língua que eu falo, a perfeição do meu corpo, a luz da minha alma. O amor é o meu modo de vida. Não sei ser senão em amor. O amor é o ínicio do espaço e a finalidade de tudo. O meu amor é o amor universal e transcendente mas ao mesmo tempo está tão acessível, tão perto de cada pessoa, de cada coisa... Porque o amor é o laço que nos une desde o íncio. Sabe que te amo incondicionalmente.

    Escrito por mim, mesmo agora. :)

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  17. Adoro esse espaço!!!!
    Bjins entre sonhos e delírios

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  18. Não era filosofia não.
    Eu tenho um coração artificial, electrónico e peristáltico.
    O meu médico disse-me que mo colocou com amor.
    Queria compreender mesmo essa questão.
    Mas aceito o conselho e vou meditar.

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  19. Marta, Osho não despreza a mente... o que não podemos é tonar escravo da mente... a mente tem que ser o nosso serviçal!

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  20. Acho eu que na verdade o que ele quis dizer é que não podemos calcular o amor nem nos preparar pra ele, como a mente faz todos os dias para todas as outras coisas, temos que ser abertos de coração e puro. E se for possivel amar como osho vê a vida não se há medo da desilusão, não acontecendo isso não tem porque usar a mente já que ela não é necessária,pois não haverá sofrimento,só paz.

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